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RADIAÇÃO SOLAR

EXPOSIÇÃO EXCESSIVA A exposição excessiva ao sol é uma das principais causas de câncer de pele, que é afetada primariamente pela radiação solar na faixa do ultravioleta. De acordo com o comprimento de onda, os raios ultravioleta (UV) podem ser classificados em UVA, UVB e UVC.
Os UVB são responsáveis por queimaduras solares, câncer de pele e lesões destrutivas das camadas mais profundas da pele, que levam ao envelhecimento cutâneo. Os UVA também penetram profundamente a pele, causando alterações que contribuem para o envelhecimento precoce e potencializam o efeito carcinogênico dos UVB. Já os UVC não alcançam a superfície da terra, não tendo, portanto, efeitos sobre a pele.
A camada de ozônio é o filtro natural que absorve, ainda na atmosfera, os raios UVB e UVC. Como os UVA não são absorvidos por essa camada, atingem plenamente a superfície do planeta. Devido à destruição da camada de ozônio, uma maior freqüência de casos de câncer de pele vêm ocorrendo, principalmente nos países situados próximos ao Equador, entre os quais se inclui o Brasil.

Os tipos de câncer de pele relacionados à intensidade da exposição à radiação solar são os basocelulares e espinocelulares. Quanto ao tipo melanoma, estudos epidemiológicos têm sugerido que o risco é influenciado mais por exposição intermitente ao sol, especialmente na infância, do que por exposição cumulativa, como ocorre com os tipos basocelular e espinocelular.
No país, o câncer de pele caracteriza-se hoje como um importante problema de saúde. Os Registros Brasileiros de Câncer de Base Populacional mostram esse tipo de câncer como uma neoplasia maligna freqüente, encontrando-se entre três primeiras localizações físicas em que mais incide câncer, em diferentes regiões do país.  COMO SE PROTEGER

As pessoas que se expõem ao sol de forma prolongada e freqüente, por atividades profissionais de lazer, constituem o grupo de maior risco de contraírem câncer de pele, principalmente se forem do tipo de pele clara, sensível, que se queima com facilidade e não consegue "pegar" um bronzeado.
Sob circunstâncias normais, as crianças se expõem anualmente ao sol três vezes mais que os adultos. Pesquisas indicam que a exposição cumulativa e excessiva durante os primeiros 10-20 anos de vida aumenta muito o risco de câncer de pele, mostrando ser a infância uma fase particularmente vulnerável aos efeitos nocivos do sol sobre esse órgão.
O clima tropical, a grande quantidade de praias, a idéia de beleza associada ao bronzeamento, principalmente entre os jovens, e o trabalho rural favorecem a exposição excessiva à radiação solar.
Para a prevenção não só do câncer de pele como também das outras lesões provocadas pelos UV é necessário evitar a exposição ao sol sem proteção. É preciso incentivar o uso de chapéus, guarda-sóis, óculos escuros e filtros solares durante qualquer atividade ao ar livre e evitar a exposição em horários em que os raios ultravioletas são mais intensos, ou seja, das 10 às 16 horas.
Grandes altitudes requerem cuidados extras. A cada 300 metros de altitude, aproximadamente, aumenta em 4% a intensidade da vermelhidão produzida na pele pela luz ultravioleta. A neve, a areia branca e as superfícies pintadas de branco são refletores dos raios solares. Portanto, nessas condições, os cuidados devem ser redobrados.
Considerando-se que os danos provocados pelo abuso de exposição solar é cumulativo, é importante que os cuidados especiais sejam tomados desde a infância mais precoce.

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